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Edição 86+87
Ser capitã desse mundo.
Edição 85
Quando o script da pano pra manga.
Edição 82-83-84
(...) uma edição gritante, berrante, cazuziana (jogada a seus pés totalmente “exagerada”), transcendente.
Edição 80-81
"Pois me beijaram a boca e me tornei poeta mas tão habituado com o adverso eu temo se um dia me machuca o verso e o meu medo maior é o espelho se quebrar"
Edição 78-79
Bobeira é não viver a realidade
E eu ainda tenho Uma tarde inteira"
Edição 77
"Eu quero uma casa no campo Do tamanho ideal(...) Onde eu possa plantar meus amigos Meus discos e livros e nada mais" (Zé Rodrigues e Tavito)
Edição 75-76
"... Quando eu soltar a minha voz
por favor, entenda
Que palavra por palavra
Eis aqui uma pessoa se entregando"
(Gonzaguinha)
Edição 74
“... Minha esperança é imortal. Eu repito,
ouviram? Imortal. Sei que não dá para
mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai
dar para mudar o final!”
(Elisa Lucinda na voz de Ana Carolina)
Edição 73
Para tudo há um tempo, para cada coisa
há um momento debaixo dos céus:
(...)Tempo para procurar, e tempo para
perder; Tempo para guardar, e tempo
para jogar fora; Tempo para rasgar e
tempo para costurar (...)
(Eclesiastes 3)
Edição Dupla 71-72
“Tudo é vida a nos provocar reações.”
(Padre Fábio de Melo)
Edição 70
“Só uma estrela anunciando o fim
Sobre o mar, sobre a calçada (...)
Partir, andar, eis que chega
Não há como deter a alvorada”
(Herbert Vianna)
Edição 69
“Um músico deve compor,
um artista deve pintar,
um poeta deve escrever,
caso pretendam deixar seu coração em paz.
O que um homem pode ser, ele deve ser.
A essa necessidade podemos dar o nome de auto-realização.”
Edição 68
“E que a minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a
outra metade... também.” (Oswaldo Montenegro)
Edição 67
“Viajar é como flertar com a vida.
Seria como dizer: “Eu gostaria de
ficar e de te amar,
mas eu tenho que
ir, esta é a minha estação.”
(Lisa St. Aubin de Teran)
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