| SCRIPT - por Sandra Teschner |
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“... Minha esperança é imortal. Eu repito,
ouviram? Imortal. Sei que não dá para
mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai
dar para mudar o final!”
(Elisa Lucinda na voz de Ana Carolina) |
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Estamos em tempo de celebrar a mulher, por consequência, de festejar a vida. É isso mesmo?
As turbulências, que foram amplamente noticiadas e respondem pelo nome de crise, podem não ser uma realidade prática para a economia brasileira, com
exceção de alguns segmentos que, porém, assim entendo, provavelmente estariam “criseando” mesmo sem um apocalipse financeiro de ordem internacional,
mas é uma realidade de todos nós. Fato é que gostamos de imaginar o drama e, compactuando com ele, ampliamos suas dimensões e então – como reza a lenda – a energia negativa acaba por nos envolver e, quando menos esperamos, fomos assolados por uma depressão que não é nossa, chorando lágrimas por osmose e o pior, nos portando como se fossemos vítimas integrantes de uma grande tragédia.
Já falei disso na edição anterior, mas ainda não cansei e, por isso, reitero meu pensamento. Compreender que há um acontecimento mundial unindo a todos é absolutamente necessário, aliás, estar atento, informado e preparado para ter uma opinião própria, agindo em conformidade com esta, é sempre necessário.
Confundir seu papel nessa história toda, nunca é uma boa ideia. Direta ou indiretamente, estamos sendo atingidos pelo momento em que estamos vivendo, o que
nos obriga a repensar conceitos, a agir diferente, a abandonar por completo uma eventual zona de conforto e incorporar a bandeira da pró-atividade. As soluções para você, para o seu negócio ou para seu cliente, têm de entrar nesse novo contexto; então que as mangas se mantenham arregaçadas, ouvidos, olhos, cabeça e coração em alerta. Nunca esquecendo que, no flutuante mundo do dinheiro só há uma troca de mãos, ele não é extinto.
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De reinvenção mulher entende tudo. Não é à toa que conquistaram seu lugar no mundo masculino, depois de muito aprendizado com as feministas, mas o fizeram
de maneira feminina. A mulher voltou ao lar, saindo dele para trabalhar e voltando para ele com quem divide espaços “sagrados” – como a cozinha – com o homem
que, envolvido por uma concepção gourmet da velha e boa cozinha, foi tomando lugar e até disputando esse espaço com a rainha do lar. No mundo business isso não é diferente, superchefs arrasam em seus restaurantes com pratos conceituais que gritam moda, já que comunicam tudo: Do life style do lugar ao comportamento mais característico da profissional. Paulo Zulu é homem que tem lugar na cozinha e aqui faço uma ressalva. Já tive diversas oportunidades de presenciar o moço em passarela e fico todas às vezes chocada como jovens belíssimos e em ascensão de carreira reduzem-se de imediato quando sua poderosa
e carismática presença se manifesta. E como simplicidade é a mais charmosa das atitudes, ele diz: “O que mais gosto de fazer é preparar os peixes que eu mesmo pesco” e complementa nos dando uma dica de como fazer uma deliciosa tainha na brasa. É “De Dar água na boca”, não é mesmo?
Quando questionada sobre o link de gastronomia e moda, Gigi Autran dispara: “Sou estilista de formação, portanto, desenho (menu), faço modelagem (compras
bem-feitas), corte (marinar, picar, temperar), costura (cozinhar, assar, flambar), desfilo (arrumação dos pratos, acompanhamentos), faço venda ao
consumidor (servir pessoalmente à mesa), tenho a alegria de uma mulher de roupa nova (ver as pessoas fazerem hummmmm). Preciso dizer se tem a ver os
dois?”. Delicie-se, leitor profashional, com as deliciosas páginas que criamos para você.
Ainda no espírito de que vivemos tempos que serão lembrados, o Oscar vem com atitudes diferentes, brindando a diversidade e reescrevendo sua própria
história com esse posicionamento.
Leveza total. Entendeu ou quer que eu desenhe? Livro reúne as maiores bobagens encontradas em embalagens e rótulos de produtos. A dupla Jeff Koon e Andy Powell, já conhecida por suas tacadas literárias hilariantes, ganha mais uma vez espaço no mundo profashional. Diversão garantida.
Na moda, um faz-de-conta bem bolado anda causando frisson, o elemento responsável por isso é o “trompe-l’oeil”. O termo, originário de uma expressão em francês, que significa “engana os olhos”, assusta, mas seu efeito visual encanta! Um hit que promete conquistar o ilusionário, e, assim sendo, os desejos do consumidor.
Baiana nem tão apaixonada assim pelo calor, andei passeando pelos contrastes e visitei, com um grupo de queridos, a estação de esqui austríaca St. Anton que deu uma gelada em nossos dias pincelados de muito calor e chuvas tropicais. O resultado disso você confere no meu Pano pra Manga.
E para fechar esta nossa conversa...Acredite em você, no seu potencial de mercado, se você é sua própria empresa – quando trabalha para terceiros – ou quando tem seu próprio negócio. Entenda que um CASE de sucesso só leva este nome porque era algo que tinha “tudo” para dar errado e deu muito certo. Lembre-se de
que pessoas vencedoras sempre se espelham em alguém ou algo maior do que elas e guardam essa referência sagradamente, retirando pequenas porções que as retroalimentam em suas ações e essas, por consequência, as levam às suas conquistas.
Mude o que está por vir. Não seja resistente para ser passivo, pois assim o máximo que alcançará é ser agente do que é feito, nunca tendo a chance de realmente fazer. “O problema de resistir a uma tentação é que você pode não ter uma segunda chance”, e esta não é a primeira vez que cito Oscar Wilde aqui.
Sabe em que hora nós estamos? Naquela que fará a diferença e será lembrada por isso. Conquiste!
PAIXÃO NA SUA VIDA.
Sandra Teschner - Publisher
sandra@revistaprofashional.com.br
orkut: sandra teschner
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