revista profashional

Priscila Prade
Aos 18 anos, foi para a França onde estudou e exercitou a fotografia. De lá, trouxe a exposição “Cinema das Almas”, que passou por São Paulo, Paris e Londres. No Brasil, abriu seu primeiro estúdio e dedicou-se à fotografia de retrato e moda e também de artes, como cinema e teatro.

Profashional: O que mais gosta de fotografar?
Priscila Prade: Pessoas – é quando me envolvo mais. Quando existe a troca, este momento é único. Por ser uma apaixonada por retratos, tenho vontade de fotografar muitas pessoas que admiro e ainda não tive a oportunidade.

P.: O que a fotografia representa para você?
P.P.: Mexe muito comigo, é uma grande responsabilidade, sim.
Nos retratos, por exemplo, as pessoas se entregam e, no fundo, cobram, mesmo que inconscientemente, que eu as enxergue de uma maneira que gostem.

P.: Aderiu de vez às câmeras digitais?
P.P.: Infelizmente, a maioria dos clientes hoje em dia não trabalha mais com película e cromo, para diminuir custos. Mas, sempre que posso, eu uso. Como também faço muitos trabalhos para teatro e cinema, acho muito importante o uso da película, ainda mais nos longas-metragens.

P.:
Luz natural ou artificial? Dia ou Noite?
P.P.: Não consigo fazer essa distinção, podemos encontrar e criar luzes incríveis em todas as situações.

P.: Para você, ser profashional é?
P.P.: Buscar fazer o meu melhor sempre, com amor e ética. Senão perde o sentido.

www.priscilaprade.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 













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